1:11 pm - segunda-feira setembro 9, 2013

Estadão denuncia repasse milionário da pasta de Ricardo Murad para Coroatá

O site de grande repercussão nacional, o Estadão, noticiou mais um escândalo envolvendo o secretário de Saúde do Maranhão, Ricardo Murad. Desta vez a publicação foi sobre a forma privilegiada que a prefeita de Coroatá, Teresa Murad, vem recebendo de repasse da poderosa pasta comandada pelo marido.

Como Ricardo Murad que, ao que parece, não se importa mais com nenhuma investigação e nem as graves denúncias sobre sua gestão, esse será apenas mais uma para o currículo.

Abaixo a matéria do Estadão:

Secretário Ricardo Murad ao lado da esposa Teresa, prefeita de Coroatá

Secretário Ricardo Murad ao lado da esposa Teresa, prefeita de Coroatá

Ricardo Murad, atual secretário de Saúde do Maranhão, irmão de Jorge, marido da governadora, passou a ser o porta-voz e o nome do grupo que mais executa contratos do governo. Por ele passa quase a metade dos R$ 2,4 bilhões do orçamento anual do Estado para custeio e investimento – não estão contabilizados os gastos com os servidores do quadro de carreira.

 

Prefeitos da oposição reclamam que Ricardo montou uma espécie de capital paralela do Maranhão em Coroatá, cidade de 62 mil habitantes, a 260 km de São Luís. O município governado pela mulher dele, Maria Teresa Trovão Murad, é o que mais recebe recursos da transferência direta da saúde no interior.

Em 2013, Coroatá recebeu R$ 60 milhões, enquanto Caxias, com 155 mil moradores, chefiada por um adversário, Leo Coutinho, do PSB, não contou com esses recursos.

Reconstruído no ano passado, o Hospital Microrregional de Coroatá dispõe de 100 leitos e tratamento de alta complexidade. No prédio funciona a central de leitos da região.

O secretário Ricardo Murad nega que tenha deixado de lado o hospital de Caxias, que está fechado para reforma.

No povoado Sete de Setembro, em Coroatá, a unidade de saúde, parceria do governo federal e da prefeitura, já consumiu R$ 180 milhões e está tomada pelo mato. “O médico só faz consulta e falta remédio”, diz a manicure Rayane Mourão, de 20 anos, mãe de um menino de 1./ L.N.

Arquivado em: Maranhão, Vitrine

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